quarta-feira, 9 de março de 2011

Minha escola

Eu vou lhe contar, agora
Um pouquinho do meu passado
Do meu tempo de escola.
Logo cedo eu chegava, com farda original:
Camisa branca e calça azul marinho,
Kichute no pé, corria. Corria
Alegre e sempre um dos primeiros da fila
Cantava o Hino Nacional, mão no peito
A minha escola era grande, sem muros
Com um enorme campo na frente
Na hora do recreio juntava era muita gente
Ao lembrar da minha escola
Revivo muitas lembranças
Dos colegas, amigos!
Dos professores, amigos!
Do meu tempo lindo de criança.
Oh! Saudades
Prof. Miro Rocha
Vit. da Conquista-BA

Alfabetização socioconstrutivista®

Ler cuidadosamente antes de usar.
Uso pediátrico e adulto.

Planejamento ................................................100 mg
Dedicação......................................................100 mg
Intervenção-mediação ................................100 mg
Credibilidade.................................................100 mg
Mobilização....................................................100 mg
Diversidade de textos ................................100 mg
Amor ..............................................................100 mg
Informação ao professor
O processo de alfabetização precisa ser reconstruído. Para isso, devemos
estudar muito e contar com teorias que embasem, que orientem o
nosso trabalho. Aprendemos construindo e, para construir, temos que
pensar.O professor deve ser mediador e saber como a criança aprende.
É importante o trabalho em grupo. Caso surjam dúvidas desagradáveis
durante a alfabetização, aconselha-se estudar mais e planejar melhor,
selecionando novas atividades que favoreçam uma alfabetização eficiente.
Indicações
É indicada a todas as crianças, sem distinção de idade, cor, raça, religião
ou classe social, e a jovens e adultos que ainda não tenham feito uso
do medicamento.
Contra-indicações
Não tem.
Precauções
O trabalho deve estar centrado nos textos. É fundamental trabalhar
com textos diversificados. Mas esse trabalho, para ser eficaz, depende da
intervenção que o professor vai fazer.
Reações Adversas
Professores que não acreditam na capacidade da criança de aprender e
não acreditam que ela aprende construindo seu conhecimento devem ser
advertidos da possibilidade de a criança não se alfabetizar com sua ajuda.
Posologia
Textos diversificados, atividades de acordo com o nível de aprendizagem
que a criança se encontra, num total de pelo menos quatro horas
diárias. Advertimos que quando as atividades não são administradas
em conformidade com as doses preconizadas e não são mediadas
corretamente pelo professor, não se promove alfabetização significativa.
Uso sob prescrição pedagógica.
Responsável técnica: Professora Ligia F. Jacomini Machado
Mandaguari – Paraná – Brasil

Escrever é preciso!

Escrevo porque à medida que escrevo vou me entendendo
e entendendo o que quero dizer, entendo o que posso fazer.
Escrevo porque sinto necessidade de
aprofundar as coisas, de vê-las como realmente são...
Clarice Lispector

domingo, 6 de março de 2011

Ministério da Educação fará prova para professores


O Ministério da Educação (MEC) começa a preparar sua entrada em uma área até agora intocada pelo governo federal: a seleção de professores para as redes estaduais e municipais. Nesta semana, o MEC põe na rua a matriz de competências - conjunto de temas que deve nortear a formação pedagógica dos docentes - para a formulação de uma prova nacional de acesso que poderá ser usada por Estados e municípios para selecionar professores.
Até o final deste mês, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela formulação, começa a formar um grupo de especialistas que serão os responsáveis pela criação da prova, preparando um banco de itens a serem usados no teste. A intenção é realizar a primeira prova em 2012.
A Prova Nacional de Concurso para Ingresso Nacional na Carreira Docente funcionará mais para formar um banco de dados de professores do que fazer uma seleção propriamente dita. A intenção é que o candidato faça a prova nacional e as redes estaduais e municipais usem os resultados quando precisarem abrir uma seleção local.
O Estado que aderir, por exemplo, poderá abrir uma seleção de professores e colocar em seu edital que, para assumir a vaga, o candidato precisa ter uma pontuação mínima na prova nacional. O futuro professor, então, apresentará seus resultados, que serão confirmados pelo MEC. A rede, estadual ou municipal, poderá acrescentar uma segunda seleção local. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

O Minuto Lumière feito pelos alunos do Domingos de Oliveira - Limeira

terça-feira, 1 de março de 2011

Noturno no Batuque ‘bombando’


A escola Antônio Machado, no povoado de S. João da Vitória (Batuque), está feliz da vida com a quantidade de alunos matriculados no noturno, que hoje conta com sete turmas, com possibilidade de ampliação, pois a turma do 7º ano já tem mais de 40 alunos. Estamos todos felizes de ver o interesse de nossos jovens pela escola novamente.

Luz no fim do túnel


Os alunos da escola Domingos de Oliveira estão de volta depois de uma semana de atraso por conta da reforma da unidade. Alegres, seguem certos de que a escola ainda é o caminho para um futuro melhor.

Assembleia dos professores municipais

"Não sou de choramingar, de lamentar. Sempre aprendo com a negatividade ou a positividade da situação", logo emendando: "Não é por vergonha de sofrer não!".(Paulo Freire)
Nesta manhã de terça-feira o SIMMP realizou mais uma assembleia, cuja pauta seria Greve e Salários. ‘Mas’, ‘porém’, ‘contudo’, ‘entretanto’, o que se viu foi um monte de lamentos e desabafos pessoais contra a SMED. É triste constatar, mas enquanto a classe não se conscientizar que somos a base da sociedade e que a educação precisa partir dos educadores, não chegaremos a lugar nenhum.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Volta as aulas


No momento em que iniciamos o ano de 2011, quero manifestar a minha satisfação em vê-los retornar para darmos continuidade aos trabalhos, sonhos e desfrutar do ambiente amigo da escola.
'' ... O tempo é algo que não volta atrás.
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,
Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ... ''

 William Shakespeare

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Estórias de quem gosta de ensinar

 Tropeções da Inteligência
Há a história dos dois ursos que caíram numa armadilha e foram levados para um circo. Um deles, com certeza era mais inteligente que o outro, aprendeu logo a se equilibrar na bola e a andar no monociclo. Seu retrato começou a aparecer em cartazes e todo o mundo batia palmas: “Como é inteligente”. O outro, burro, ficava amuado num canto e, por mais que o treinador fizesse promessas e ameaças, não dava sinais de entender. Chamaram o psicólogo do circo e o diagnóstico veio rápido: “É inútil insistir. O QI é muito baixo…”
Ficou abandonado num canto, sem retratos e sem aplausos, urso burro, sem serventia…O tempo passou. Veio a crise econômica e o circo foi a falência. Concluíram que a coisa mais caridosa que poderia fazer aos animais era devolvê-los às florestas de onde haviam sido retirados. E assim, os dois ursos fizeram a longa viagem de volta.
Estranho que em meio a viagem o urso tido por burro parece ter acordado da letargia, como se ele estivesse reconhecendo lugares velhos, odores familiares, enquanto que seu amigo de QI alto brincava tristemente com a bola, último presente. Finalmente, chegaram e foram soltos.
O urso burro sorriu, com aquele sorriso que os ursos entendem, deu um urro de prazer e abraçou aquele mundo lindo de que nunca esquecera. O urso inteligente subiu na sua bola e começou o número que sabia tão bem. Era só o que sabia fazer. Foi então que ele entendeu, em meio às memórias de gritos e crianças, cheio de pipoca, música de banda, salto de trapezistas e peixes mortos servidos na boca, que há uma inteligência que é boa para o circo. O problema é que ela não presta para viver. Para exibir sua inteligência ele tivera que esquecer de muitas coisas. E este esquecimento seria sua morte.
E podemo-nos perguntar se o desenvolvimento da inteligência não se dá, sempre, às custas de coisas que devem ser esquecidas, abandonadas, deixadas atrás…
( Rubem Alves, em Estórias de quem gosta de ensinar, 1993)


Lendo essa história contada por Rubem Alves em seu livro “Estórias de quem gosta de ensinar” me questionei: será que estamos treinando nossos alunos para andar no monociclo ou se equilibrar em uma bola, tirando deles a condição de serem educados, adestrando-os para, simplesmente, passarem em concursos e vestibulares?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sugestão de como fazer uma planilha de notas



               Escola M. Domingos de Oliveira - 6º ano português – Prof. Miro Rocha
Alunos
1ª trimestre
2ª trimestre
3ª trimestre
Média
Situação
R. Final
1

10
10
5
8,33
BOM
APROVADO
2

5
6,5
7,5
6,33
REGULAR
APROVADO
3

3
3
3
3,00
INSUFICIENTE
REPROVADO
4







5







6







7







8







9







10







11







12